No Universo não há lugar para o acaso. Atribuir à casualidade um fenômeno observado é assinar um atestado de ignorância de alguma lei natural. “Deus não joga com dados”, afirmou Einstein, com razão e sabedoria, referindo-se à interpretação probabilística da Mecânica Quântica.
Tudo
que acontece, física e espiritualmente, é resultado da ação de forças
regulamentada por leis naturais. Nada escapa a essas leis. Nada impede que elas
se imponham, nem permite que se alterem. Não existe, portanto, o imprevisto. Se
algo acontece, sempre há uma explicação determinista.
O conhecimento dessas leis é essencial para podermos compreender o Universo e conduzir nossas vidas com mais sabedoria e melhor aproveitamento da encarnação.
De
uma forma descomprometida, e para evitar complicações desnecessárias, vamos
classificar as leis naturais em dois grupos: as que atuam no plano físico e as
que operam no plano espiritual.
A
ciência humana já identificou algumas do primeiro grupo; as leis de Newton são
um exemplo. Não vamos tratar delas. Neste artigo, estamos interessados em
algumas das leis do segundo grupo, embora todas determinem, em sua forma de
atuar, os acontecimentos que ocorrem em nossa vida e em nossa volta.
Lei
de atração. Esta lei é acionada pelo pensamento. De forma bastante
simplificada, podemos dar-lhe o seguinte enunciado: “Você atrai o que pensa”.
Como
corolário, segue que pensamentos positivos atraem coisas positivas e
pensamentos negativos atraem coisas negativas.
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