Numa nova
cosmovisão racional de Luiz Mattos, o Universo não se originou de uma criação
mística, nem agnóstica, nem materialista. Ele justificou o Universo pela
existência dos princípios Força e Matéria.
A Força não é divina. Através das Leis Naturais e Imutáveis, ela se manifesta em tudo que tem vida. A Matéria é qualquer substância sólida, líquida ou gasosa que ocupa lugar no espaço.
De acordo com as Leis Naturais e Imutáveis que regem o Universo, um espírito do Astral Superior, como Jesus Cristo, não tem condições de se manifestar no planeta Terra, sem o apoio de uma forte corrente fluídica, formada por dezenas de médiuns de moral ilibada, honrados e cumpridores do dever.
A Ciência Espírita afirma que essa matriz é o corpo astral do espírito reencarnante, que age residindo a formação das células e distribuindo-as, obedecendo às leis naturais e imutáveis.
Então, a Partícula
da Inteligência Universal, na ocasião em que estava evoluindo no reino mineral,
aprendeu, quando estava sujeita às leis de formação dos cristais, o que era
atração e o que era afinidade. Passando para o reino vegetal, desenvolveu a
sensação. Terminada esta fase, passou para o reino animal, onde através do
instinto natural começou a desenvolver a sensibilidade e a inteligência,
transformando gradativamente toda a atividade nervosa em vida psíquica.
A Ciência Espírita explica que, durante as fases em que as Partículas da Inteligência Universal vivenciaram a afinidade no mineral, a sensação no vegetal e o instinto no animal ocorreram o crescimento da consciência da criatura, transformando toda a atividade nervosa em pensamento contínuo, em vida psíquica, formando um corpo mental.
Portanto, as Partículas da Inteligência Universal que, em obediência às leis naturais e imutáveis, animam e movimentam os diversos reinos da natureza, estabelecem a vida em todos os seres, a qual se inicia na pedra, indo para os metais, depois para os vegetais, os animais e o homem, seguindo em constante ascensão para a luz, para a sua fonte de origem, que é o Grande Foco, incitador de tudo que existe.
Assim, vão essas partículas passando por todos os corpos dos reinos da natureza em evolução, em constante purificação, e assim cada vez mais, aumentando sua luz, sua força, para o cumprimento do dever, que é confundir-se com a Grande Luz, de onde partiram para este e outros planetas.
Desta forma, é claro que, quando essas partículas chegarem a organizar, incitar e movimentar corpos humanos, já realizou grande progresso e fazem parte das forças de categoria verdadeiramente racional e, como tais, com inteira responsabilidade de seus atos e pensamentos que as fazem conduzir-se neste mundo como melhor lhes pareça, sem que para os seus atos reprováveis possa haver desculpas, considerações e muito menos perdão pela prática de atos que prejudiquem o próximo. Eles são, portanto, racionais, consequentemente responsáveis por tudo que possa acontecer de mau.
Vimos que os sentidos físicos como o tato, a visão, o paladar, o olfato e a audição foram desenvolvidos quando a Partícula da Inteligência Universal peregrinou pelos diferentes reinos da natureza.
Em seguida, quando a criatura já se encontrava encarnada como homem, possuindo um corpo mental bem desenvolvido, através de inúmeras experiências, com ensaios e erros ao longo das vidas sucessivas, outros atributos foram também sendo desenvolvido, como a razão de ser, o entendimento, a lógica, o juízo, o propósito, o objetivo e, por fim, já em estágio bem adiantado, a concentração e o pensamento.
A criatura, tendo conquistado a capacidade de pensar, inicia o desenvolvimento dos atributos morais do espírito, os quais, quando vivenciados no dia-a-dia, proporcionam uma conduta cujo resultado é usufruir de uma felicidade relativa.
A Força não é divina. Através das Leis Naturais e Imutáveis, ela se manifesta em tudo que tem vida. A Matéria é qualquer substância sólida, líquida ou gasosa que ocupa lugar no espaço.
De acordo com as Leis Naturais e Imutáveis que regem o Universo, um espírito do Astral Superior, como Jesus Cristo, não tem condições de se manifestar no planeta Terra, sem o apoio de uma forte corrente fluídica, formada por dezenas de médiuns de moral ilibada, honrados e cumpridores do dever.
A Ciência Espírita afirma que essa matriz é o corpo astral do espírito reencarnante, que age residindo a formação das células e distribuindo-as, obedecendo às leis naturais e imutáveis.

A Ciência Espírita explica que, durante as fases em que as Partículas da Inteligência Universal vivenciaram a afinidade no mineral, a sensação no vegetal e o instinto no animal ocorreram o crescimento da consciência da criatura, transformando toda a atividade nervosa em pensamento contínuo, em vida psíquica, formando um corpo mental.
Portanto, as Partículas da Inteligência Universal que, em obediência às leis naturais e imutáveis, animam e movimentam os diversos reinos da natureza, estabelecem a vida em todos os seres, a qual se inicia na pedra, indo para os metais, depois para os vegetais, os animais e o homem, seguindo em constante ascensão para a luz, para a sua fonte de origem, que é o Grande Foco, incitador de tudo que existe.
Assim, vão essas partículas passando por todos os corpos dos reinos da natureza em evolução, em constante purificação, e assim cada vez mais, aumentando sua luz, sua força, para o cumprimento do dever, que é confundir-se com a Grande Luz, de onde partiram para este e outros planetas.
Desta forma, é claro que, quando essas partículas chegarem a organizar, incitar e movimentar corpos humanos, já realizou grande progresso e fazem parte das forças de categoria verdadeiramente racional e, como tais, com inteira responsabilidade de seus atos e pensamentos que as fazem conduzir-se neste mundo como melhor lhes pareça, sem que para os seus atos reprováveis possa haver desculpas, considerações e muito menos perdão pela prática de atos que prejudiquem o próximo. Eles são, portanto, racionais, consequentemente responsáveis por tudo que possa acontecer de mau.
Vimos que os sentidos físicos como o tato, a visão, o paladar, o olfato e a audição foram desenvolvidos quando a Partícula da Inteligência Universal peregrinou pelos diferentes reinos da natureza.
Em seguida, quando a criatura já se encontrava encarnada como homem, possuindo um corpo mental bem desenvolvido, através de inúmeras experiências, com ensaios e erros ao longo das vidas sucessivas, outros atributos foram também sendo desenvolvido, como a razão de ser, o entendimento, a lógica, o juízo, o propósito, o objetivo e, por fim, já em estágio bem adiantado, a concentração e o pensamento.
A criatura, tendo conquistado a capacidade de pensar, inicia o desenvolvimento dos atributos morais do espírito, os quais, quando vivenciados no dia-a-dia, proporcionam uma conduta cujo resultado é usufruir de uma felicidade relativa.
Os atributos morais do espírito são os seguintes: firmeza de caráter, honradez, equilíbrio mental, domínio de si mesmo, disciplina, percepção, concepção e capacidade de trabalho.
O Espírito, também através da sua peregrinação evolutiva, já com milhares de reencarnações, desenvolve também uma faculdade chamada mediunidade intuitiva, que seria uma espécie de sexto sentido, capaz de perceber o que aos outros escapa. A potência dessa mediunidade varia de indivíduo para indivíduo. Portanto, em nosso atual estado evolutivo, somos todos médiuns.

Pode-se também acrescentar que o homem surgiu neste mundo como resultado da evolução dos animais que o precederam.
E, apesar do adiantamento atual do planeta, a marcha evolutiva nos três reinos da natureza (mineral, vegetal e animal) prossegue sem qualquer interrupção ou alteração. As condições para evoluir dos que iniciam agora o seu progresso em corpo humano são mais favoráveis ao seu desenvolvimento mental.

Assim, não é admissível que o “deus” que as seitas ensinam os povos semiletrados a adorar, sendo onipotente e soberanamente justo e bom, fosse criar um espírito mais atrasado do que outro e fizesse conscientemente o imbecil e o sábio, como justa maneira de proceder.
Desde quando foram escritos, há milhares de anos, até hoje, no Século das Luzes, os livros que compõem a Bíblia embevecem e atrofiam o raciocínio de milhões de espíritos adoradores. A revelação da vida, apresentada por este livro, é cheia de incoerências, absurdos e contradições, porque foram baseadas em sandices, intuídas por espíritos do Astral inferior (a.i. são espíritos quedados na atmosfera da terra) que se diziam profetas, atuando em médiuns confabuladores, desequilibrados, iguais a muitos que andam por aí, a explorar a crendice dos adoradores, de onde auferem grandes lucros, explorando a ingenuidade dos ignorantes.

A compreensão e o conhecimento das coisas são frutos da evolução do Espírito, e muitos dos que hoje estão encarnados já consideram a vida sob um aspecto que mais se aproxima da Verdade.
O desconhecimento da Lei da Evolução provoca na humanidade profundos desentendimentos, os quais geram muitas tragédias, muitos males, muitas desgraças, inclusive o ódio, as guerras, a miséria e a fome.
A humanidade, vítima do dogma da salvação, ensinado pelas religiões adoradoras, induz a criatura encarnada ao comodismo, que impede o trabalho, o esforço, a luta para evoluir e toma o progresso material como um mal, acreditando que poderão melhorar de vida com a proteção das supostas divindades, ou espíritos protetores, confiando na “graça” e nos “favores do céu” para saírem-se bem na vida.
Vivemos para cumprir a Lei da Evolução. A Evolução tem que ser operada a qualquer custo. Assim o impõem as Leis Naturais e Imutáveis que regem o Universo. E estas são indiferentes ao tolo pretencionismo dos que pensam poder iludi-las ou anulá-las.
Para não sofrer, o ser humano deve fugir de extravagâncias, adotando as regras do bom senso comum em atos e palavras, e não se desviar do que preceituam as leis naturais e imutáveis da Vida, procurando entendê-las e cumpri-las.
Cada ser humano deverá ter sempre presente que a Força, a Inteligência Universal, que os diversos povos da Terra denominam Deus, e que o Racionalismo afirma ser o Grande Foco, não tem forma, é a Grande Luz Universal que compõe o Universo, a qual envolve as galáxias e respectivos planetas, regendo-os com as suas Leis naturais e imutáveis, não interferindo no livre-arbítrio das criaturas.
Leis Naturais e Imutáveis - A Evolução